agosto 02, 2019

Overcoming fears and being my own boss

Have you ever found yourself adrift? Lost? Guessing what do you want to do next? That’s where I’m at in this moment in time. Don’t get me wrong, I’m very happy and proud of all that I accomplished so far, but my lifestyle has changed and due to certain circumstances, my needs have changed as well.
I’m in between jobs right now and looking at my life, I’ve discovered that I’m finding increasingly harder to imagine working from 9am to 5pm in a company that I have no say over or that doesn’t quite meet my need to balance both professional and personal life. The market these days is not favorable, hours are very long and the pay is really not worth it. 

Since the market is at a stale point, companies that have new job openings are paying as low as possible and demand high performance and complete dedication. Sometimes working 6 days a week with one Sunday off per month. Don’t get me wrong, I can do the hours, but not if it’s going to cost me actual money. 

So after a few hundred applications to job I didn’t really relate to I started thinking what I could do differently. As usual, I turned to my friends for advice and that’s when I came across the idea to challenge myself and go back to school (well, go back to studying at least). Now, before making that decision I had a lot of doubts. Some were very tangible. 

Like where would I get the money to do this. And others depended on my self-esteem: would I be able to learn new tricks at this point in life and do I have what it takes to fly solo?
So, going on line to research Udacitys’ Digital Marketing Nanodegree I started to see that the course was challenging but something that I could manage and the content was right on spot with what I was seeing in the job postings. This expertise was not something that I dominated, there was a lot of new learning opportunities. Scary.

But, I also realized throughout my research that in completing this course I could be certified to practice quality Digital Marketing. This would open up more possibilities in job applications but also it would be a got start to a new business. I could actually start working for myself and consulting or implementing digital marketing strategies for other business owners.

 Photo by rawpixel.com from FreeImages

Of course it’s challenging, but this would allow me to work my own hours, build something that I believe in with my own personal traits and if I plan correctly I can sustain myself financially as well.
So, as of a few weeks ago I’m now a student at Udacity and in a month or so I start my new career as a digital marketer. Wanna do some business together?

fevereiro 18, 2014

Meu novo ano novo

Inevitável chegar aos últimos dias do ano e não considerar que no horizonte nasce a esperança de um novo rumo. Ano novo, vida nova. Renovação, oportunidade, energia, alegria, etc. Esta são as promessas que, a virada do ano representa na vida de muitas pessoas.

Notoriamente, chegamos ao final do ano esgotados, aquele clima de alegria misturado com a iminência de cometermos um crime (geralmente, assassinato), de um ente querido, chefe ou até mesmo o carinha aquele que está desatento na fila do supermercado.

Além das reflexões mais comuns, neste ano realmente me dediquei a entender o que significa esta virada. No entanto, me deparei com novas ideias sobre este rito de passagem. Considerei coisas que antes, não havia considerado. Essa história de “ano novo, vida nova” não me engana mais.

A cronologia está aí para que todos tenham a mesma métrica, que saibamos datas e horários de acontecimentos e que o universo gire em torno de algum sentido de ordem. Seria extremamente incomodo, ter que dizer que hoje é aproximadamente o dia 740.000. Eu nasci lá pelo dia 723.000, ora, não lembro o que comi ontem no almoço que dirá como foi o dia 729.670 – meu aniversário de 18 anos.

A verdade é que os dias são sequenciais e por isso, de 31 para 1º não existe este portal que fará a vida maravilhosa, que nos dará a segunda chance de acerto. Acredito sim, que existe uma magia nesta data, é neste momento que quase o mundo inteiro está interligado pelo mesmo desejo e mesma animação.

Contudo, começo a pensar que, nossos anos novos são o momento seguinte de um grande acontecimento. Seja bom ou ruim. Um marco, como queiram. Um momento especifico, que muda nosso rumo – seja com relação à atividades cotidianas ou de atitudes. Aquele momento em que nós mesmos superamos nossas expectativas, nos surpreendendo e compreendendo a força que temos e do que somos capazes.

São os instantes em que nos familiarizamos com nós mesmos, um insight acompanhado de uma atitude.  Este é o corte onde podemos pensar, agora será diferente. Farei diferente, pensarei diferente, observarei com outros olhos. Estes sim, constituem momentos de inicio, são os primeiros novos momentos.


Segunda chance já não é um conceito no qual me prendo mais. Na verdade, não acredito ser uma segunda chance. Acho que temos outra oportunidade, mas dificilmente seremos os mesmos, mais difícil ainda será recriar todas as condições do primeiro acontecimento. 

janeiro 23, 2014

Descoberta! Ateliê de Destinos.

Imagine isso: suas tão merecidas férias estão chegando, você comprou passagem para o lugar que sempre quis conhecer. De repente seu telefone toca, trazendo você de volta para o presente, lembrando-o que são 22h e você ainda está no escritório terminando um trabalho que tem aquele velho conhecido prazo universal: ontem.

Sua mesa de trabalho mais se assemelha a um campo de batalha, destroços para todos os lados, barricadas em forma de pilhas de papel e um montinho desconhecido de alguma coisa que, pelo cheiro, morreu tem algum tempo. Assim tem sido seu último mês e os próximos dias não estão tão promissores também.
Sua casa já não tem mais nem pasta de dentes, todas as roupas estão sujas há algum tempo, roupas íntimas já estão na rotina de usar dos dois lados e seu cachorro, que você tem quase certeza que tem um, você não vê tem mais de 3 dias.  Mas, suas férias estão chegando.

Ó Deus...minhas férias estão chegando, preciso: entregar os projetos no escritório, fazer supermercado, ir à farmácia para me preparar para viagem, lavar 10 máquinas de roupas, arrumar a mala, achar o cachorro, programar pagamento das contas, preparar os documentos, encontrar e reunir todas as anotações feitas – em guardanapos, no canto do jornal, no cachorro, de lugares que quero conhecer durante a viagem, a qual estou pagando e economizando tem mais ou menos uma vida inteira.

Caos total. Tudo bem que, o cenário acima descrito é péssimo. Mas, falo dele com propriedade e experiência – acontece em grande parte comigo. Adoro viajar e acho mesmo que, sempre voltamos diferentes depois de uma experiência destas. Contudo, não sou grande fã de planejar e pesquisar lugar por lugar mas, fico muito ansiosa com o pensamento de deixar de conhecer algum ponto turístico incrível. Sofro tentando organizar um roteiro em que caibam todas as coisas que quero fazer.

Minha ideia de uma viagem perfeita é: escolher o destino, listar lugares que sei que quero conhecer e descobrir outros que nem sei que existem, mas que tem a minha cara. Mesmo sem gostar muito de planejar um roteiro, até a lista consigo ir. Mas, como saber o que tem relação comigo se não conheço? Ou, como saber se os lugares que estou listando, realmente valem a pena? Será que a cidade não tem mais a oferecer do que a pesquisa superficial que eu fiz? Enfim, uma pessoa como eu pode se levar a loucura com estes rodeios mentais.

Por isso, você pode imaginar minha felicidade ao conhecer a Lu. Uma consultora de viagens! Sim!!! Através de um questionário, ela mapeia seu perfil e propõe um roteiro de viagem para você. Mas, não é o roteiro básico e comum a qualquer viajante (proposto pelas brochuras de agencias de viagens). Este, é feito sob medida com base no seu perfil, como se você estivesse consultando um amigo. Apresento a vocês: O Ateliê de Destinos. Aplicando o conceito de personal  para planejamento de viagens, a Lu leva você para conhecer o mundo. Com base nas suas respostas, você recebe uma proposta na qual pode fazer observações, alterações, sugestões, etc. O trabalho de pesquisa, levantamento de informações e agrupamento de dados é todo dela.

Através do Ateliê, você pode não só programar toda sua viagem, mas também já efetuar a compra de passagens, ingressos, reserva de hotéis, etc. isto vai depender da sua necessidade! Enfim, um serviço para lá de atraente, com altíssima qualidade e atendimento personalizado! Fica a dica!

Sua proposta de viagem vira um guia!

O Ateliê de Destinos manda para você a programação detalhada dia-a-dia, e ainda: mapas de como chegar às atrações, além de dicas de restaurantes e compras. Você ainda pode utilizá-lo como diário de bordo – registrando melhores momentos e observações ao longo da viagem.

Independentemente de onde você estiver no país, o Ateliê de Destinos te entrega o mundo!

Ateliê de Destinos
Luiza Estides
tel: +55 21 9 8867 3303
@ateliededestinos


janeiro 14, 2014

The Fault in Our Stars - John Green

. Cancer kids are essentially side effects of the relentless mutation that made diversity of life on earth possible.

. … whatever, they always list depression among the side effects of cancer. But, in fact, depression is not a side effect of cancer. Depression is a side effect of dying. (Cancer is also a side effect of dying. Almost everything is, really).

. “All salvation is temporary” Augustus shot back. “I bought them a minute. Maybe that’s the minute that buys them an hour, which is the hour that buys them a year”.

. “No, it’s OK,” I told her. If we’d put them in a vase in the living room, they would have been everyone’s flowers. I wanted them to be my flowers”.

. I told myself that imagining a met in my brain or my shoulder would not affect the invisible reality going on inside of me, and that therefore all such thoughts were wasted moments in a life composed of a definitionally finite set of such moments.

. There’s nothing easy about this for any of us, but you take your humor where you can get it.

. Were she better or you sicker, then the stars would not be so terribly crossed, but it is the nature of stars to cross.

. … thinking that I would give up all the sick days I had left for a few healthy ones.

. … that I was living with cancer not dying of it.

. “All efforts to save me from you will fail”, he said.

. Even then, it hurt. The pain was always there, pulling me inside of myself, demanding to be felt.

. “You know how to shut me up, Hazel Grace”. “It’s my privilege and my responsibility” I answered.

. … And in freedom, most people find sin.

. “People always get used to beauty, though”.

. …we saw pages form Anne’s diary, and also her unpublished book of quotations. The quote book happened to be turned to a page of Shakespeare quotations. For who so firm that cannot be seduced? she’d written.

. … and only now that I loved a grenade did I understand the foolishness of trying to save others from my own impending fragmentation: I couldn’t unlove Augustus Waters. And I didn’t want to.

. It seemed like forever ago, like we’d had this brief but still infinite forever. Some infinities are bigger than other infinities.

. But, Gus, my love, I cannot tell you how thankful I am for our little infinity. I wouldn’t trade it for the world. You gave me a forever within the numbered days, and I’m grateful”.

. "… Grief does not change you, Hazel. It reveals you”.

. I could imagine it. I could remember it. But I couldn’t see it again, and it occurred to me that the voracious ambition of humans is never sated by dreams coming true, because there is always the thought that everything might be done better and again.

. … little kids figuring out how to be alive, how to navigate a world that was not built for them by navigating a playground that was.

. The marks humans leave are too often scars.

. … tried to imagine a world without us and for about one second I was a good enough person to hope she died so she would never know that I was going, too. But then I wanted more time so we could fall in love. I got my wish I suppose. I left my scar. 

Alguns infinitos são maiores que outros

Durante o recesso de final de ano, além das 1001 resoluções e novas ponderações – inclusive sobre resoluções, mas isso é para outro momento, li bastante. Comprei 09 livros novos e já estou na metade da pilha, os assuntos, variados. Desde “O Pequeno Príncipe” de Antoine de Saint-Exupéry até “Sobre A Concepção Das Afasias Um Estudo Crítico” de Freud. Passando pelos títulos mais inusitados.

Um deles escolhi a partir do topo da lista de mais vendidos do jornal O Globo, o autor já conhecia, John Green autor de “À Procura de Alaska” e do agora sucesso absoluto, “A Culpa é das Estrelas”. Fui relutante no início, pois não tinha achado o primeiro livro lá muito legal. Mas, à medida de a leitura vai fluindo, impossível não se envolver – o twist da história é surpreendedor.

A base da história é uma velha conhecida de quem gosta de romance (especialmente, aqueles que envolvem protagonistas adolescentes). Ou seja: menina conhece menino – menino é extremamente encantador e charmoso – menino se apaixona declaradamente por menina – menina esconde atrás da insegurança (e do medo) a paixão pelo menino – menino conquista menina – menina supera o medo. 

Normal, não? Agora adicione o fato de que estes adolescentes, além de viverem com todas as dificuldades e desafios desta faixa de idade, ainda vivem com câncer. Hum. Improvável romance? Improvável talvez não, mas não é a típica historia que vemos nos livros. Acabei o livro em uma manhã, tanto na busca pelo desfecho da história, quanto intrigada pelas frases que o autor divide. Sim, em grande maioria, são tidas como “autoajuda”. Difícil ser diferente em se tratando de uma história que envolve algum tipo de enfermidade.

O livro vale a leitura, se não pelo romance, pela forma como eles encaram a vida. É uma perspectiva diferente da abordagem comum – pessoas que não vivem com doença, geralmente não veem nos enfermos, o que eles realmente passam para encarar a realidade da vida. Vários diálogos do livro me fizeram sentir mais próxima desta realidade, e compreender que na grande maioria das vezes, não entendemos o que se passa com outra pessoa.

Nossa definição de força é completamente diferente, inclusive, a definição que achamos que algumas pessoas têm.  Assim como, o conceito de tempo. Engraçado como este é um dos conceitos mais flexíveis que existe, apesar de ser contado da mesma forma, segundos que viram minutos, que viram horas, que viram dias, que são semanas, meses, anos, uma vida. Tem pessoas que vivem um ano em um minuto e outras que passam a vida, atrás da oportunidade de viver um minuto.

Deste livro, realmente é possível escrever muito, encontrei nele algumas belas passagens. Para que eu possa rever algumas, preciso transcrevê-las e revisitá-las de tempos em tempos. As próximas linhas são justamente para isto. Agora, se você ficou com vontade de ler o livro e não quer que eu revele o final do livro, pare sua leitura por aqui. Leia o livro, depois, se quiser, volte. Ou, faça você também, sua seleção de passagens.

. Cancer kids are essentially side effects of the relentless mutation that made diversity of life on earth possible.

. … whatever, they always list depression among the side effects of cancer. But, in fact, depression is not a side effect of cancer. Depression is a side effect of dying. (Cancer is also a side effect of dying. Almost everything is, really).

. “All salvation is temporary” Augustus shot back. “I bought them a minute. Maybe that’s the minute that buys them an hour, which is the hour that buys them a year”.

. “No, it’s OK,” I told her. If we’d put them in a vase in the living room, they would have been everyone’s flowers. I wanted them to be my flowers”.

. I told myself that imagining a met in my brain or my shoulder would not affect the invisible reality going on inside of me, and that therefore all such thoughts were wasted moments in a life composed of a definitionally finite set of such moments.

. There’s nothing easy about this for any of us, but you take your humor where you can get it.

. Were she better or you sicker, then the stars would not be so terribly crossed, but it is the nature of stars to cross.

. … thinking that I would give up all the sick days I had left for a few healthy ones.

. … that I was living with cancer not dying of it.

. “All efforts to save me from you will fail”, he said.

. Even then, it hurt. The pain was always there, pulling me inside of myself, demanding to be felt.

. “You know how to shut me up, Hazel Grace”. “It’s my privilege and my responsibility” I answered.

. … And in freedom, most people find sin.

. “People always get used to beauty, though”.

. …we saw pages form Anne’s diary, and also her unpublished book of quotations. The quote book happened to be turned to a page of Shakespeare quotations. For who so firm that cannot be seduced? she’d written.

. … and only now that I loved a grenade did I understand the foolishness of trying to save others from my own impending fragmentation: I couldn’t unlove Augustus Waters. And I didn’t want to.

. It seemed like forever ago, like we’d had this brief but still infinite forever. Some infinities are bigger than other infinities.

. But, Gus, my love, I cannot tell you how thankful I am for our little infinity. I wouldn’t trade it for the world. You gave me a forever within the numbered days, and I’m grateful”.

. "… Grief does not change you, Hazel. It reveals you”.

. I could imagine it. I could remember it. But I couldn’t see it again, and it occurred to me that the voracious ambition of humans is never sated by dreams coming true, because there is always the thought that everything might be done better and again.

. … little kids figuring out how to be alive, how to navigate a world that was not built for them by navigating a playground that was.

. The marks humans leave are too often scars.

. … tried to imagine a world without us and for about one second I was a good enough person to hope she died so she would never know that I was going, too. But then I wanted more time so we could fall in love. I got my wish I suppose. I left my scar. 

dezembro 23, 2013

A esperança do próximo verão

Estava assistindo a um filme ontem, aliás, uma grata surpresa para quem é como eu e gosta de filmes românticos, onde o mocinho na verdade é Bad Boy até se apaixonar pela mocinha (e mesmo assim, algumas coisas não mudam). Neste, contudo, o final surpreende, mas não vou espalhar.

Enfim, na verdade eu estava assistindo a sequência da história. Imagine que ele está chorando a perda de um grande amor e seu melhor amigo, faz uma colocação daquelas que são extremamente simples, mas que certamente muitas pessoas se identificam. Ele diz que os momentos de nossas vidas podem ser classificados como "síndrome do verão". Explico: das pessoas que conheço ninguém escapou daquele verão perfeito. Aquele sobre o qual passamos os primeiros meses do ano falando todos os dias e os meses remanescentes pensando, refletindo, sonhando acordado.

Sempre que pensamos nele, pensamos no próximo verão e no que vamos fazer para ser que aqueles momentos vividos sejam mais incríveis. Porém, o verão chega e acaba sempre deixando de desejar. Antes eu diria (até porque achava isso), que é esta percepção era resultado de uma expectativa muito grande, que raramente é atendida pela realidade. Contudo, agora acho que a verdade é que, os momentos não se repetem. Aquela noite perfeito, o beijo na beira do mar, a nova amizade, estes são os momentos do verão passado e tentar recria-los exatamente tal qual como foram, acaba trazendo uma decepção maior ainda.

Não temos uma segunda oportunidade igual à primeira. Se por nenhuma outra razão, simplesmente pelo fato de que não somos mais mesmos. A vida que cultivamos hoje não nos permite desacelerar o ritmo e observar o que se passa à nossa volta. Estamos sempre na via expressa e por muitas vezes perdemos aquilo que há de mais simples e encantador. Apesar de estarmos escolhendo este caminho, reclamamos que todos são assim. Bom, eu acho que podemos escolher diferente.


Nossas experiências nos transformam, seja pelo fato de termos aproveitado o que estava à nossa frente, seja pela forma mais dolorosa que é a de deixa-la passar. Preferível aprender com o que vivemos, arrisque, aposte quando a oportunidade chegar. Assim se vive intensamente a melhor forma de aprendizado. Passar pelas situações da vida sem participar ativamente, é justamente o que nos torna cada vez mais rotineiros e faz com que percamos a vontade de andar mais devagar, desacelerar e apreciar a vista. É o que torna o próximo verão a esperança de momentos melhores, sem percebermos que esta possibilidade só existe, caso tenhamos aproveitado aquilo que passou.

julho 05, 2013

Descoberta! Mercearia deliciosa no Humaitá

Amantes e apreciadores de cervejas especiais, especiarias e comidinhas muito bem preparadas e apetitosas, prestem atenção: inaugurou há 15 dias o Antiga Mercearia e Bar, na Cobal do Humaitá.
Altamente recomendável!
Com sanduíches ótimos, pratos quentes, saladas e petiscos o lugar oferece uma variada carta de cervejas especiais, todas brasileiras. Vale a degustação! De quebra, eles produzem de forma caseira a cerveja Antiga Pilsen – autêntica e extremamente coerente com o estilo e também a Antiga Weiss, que conquistou meu coração.
Além destas opções, a mercearia oferece também diversos produtos de alta qualidade, pastas, molhos, temperos, nozes, castanhas, etc, etc. Uma ótima opção para comprar delicias para uma boa refeição.
Todo em madeira, o lugar tem um charme inigualável. Com mesas na fachada, conta com uma mesa alta de aproximadamente oito lugares, posicionada no interior da loja. O espaço convida você a degustar uma cerveja ou comidinha e conversar com quem estiver ao seu lado. Como todo carioca sabe, a pessoa ao lado pode ser seu novo melhor amigo.
Copos inusitados, baldes mais inusitados ainda, prometem conquistar adeptos para todos os dias da semana. Durante o dia a proposta é mercearia e à noite, bar. Uma ótima harmonização, não!?
 
 

     

Antiga Mercearia e Bar
Rua Voluntários da Pátria, 446, loja 07
Telefone: 021 9453 1506 / 021 2226 6553
Facebook.com/AntigaMercearia

junho 10, 2013

A Itália

Começamos por Roma...

Impressionante. Difícil dizer o que mais encanta.

Certamente, uma das coisas mais marcantes é vermos como somos somente um grão de areia, perto da grandiosidade das construções e da força da história local.
A civilização começa ali, de repente, você tropeça em uma pedra e vê que não é uma simples pedra sabão que descolou da calçada. Trata-se de um pedaço de mármore, com mais de 2000 anos de história.

Começamos nossas férias por Roma, chegamos às 23h do dia 11/05 e no dia seguinte, sem perder nenhum minuto, começamos nossas explorações pela cidade. Saímos de lá no dia 14/05 em direção à Veneza, depois Florença, San Gimignano, Cinque Terre e voltamos a Roma.

Foram férias incríveis, com uma companhia inigualável – minha mãe e amigos maravilhosos. A Itália é certamente um país que merece muita atenção e tempo para visitar. Preciso de uns belos 30 posts para descrever os lugares visitados, as situações vividas e acontecimentos inusitados.

Vamos começar por Roma então, aos que tiverem paciência de acompanhar minha viagem, vou tentar dar dicas e fazer uma avaliação de roteiro, que sugeriria para quem quer conhecer este lugar que no primeiro dia virou um dos meus favoritos.

Os romanos são bastante parecidos com os brasileiros, o transito é um caos, mas as pessoas se entendem. Todos buzinam, mas seguem tranquilamente. Falam alto, mas com carinho – dependendo da situação, é claro.
Todo lugar que se vai é lindo, todo restaurante é no mínimo bom (valendo três garfadas do Globo). Os vinhos então, nem se fala.

Difícil ficar triste ou deprimido em Roma.

Programação para um dia
. Museu do Vaticano
            É uma visita que pode durar até 3 horas, são várias salas, muito bonitas (os mosaicos do chão chamam muito a atenção). Ela termina, mais ou menos, depois da Capela Sistina. Tem várias lojinhas para presentes e lembrancinhas, podes comprar tudo na rua também. Na rua que vai até lá, tem supostamente um dos melhores Gelatos de Roma, a Gelateria Frullati.
. Almoço no Hotel Colombus
 Ele fica na Via della Conciliazione, 33 – rua em frente ao Vaticano. De costas para a Basílica de São Pedro, ele é à direita. O restaurante é descendo a escada depois da recepção.
. Basílica de São Pedro
            Ao entrar na Basílica, na direita está Pietà de Michelangelo, eu chorei.  O altar é feito por Bernini e abaixo do monumento central (com 4 colunas), está o túmulo de Pedro. Se caminhares pela esquerda da Basílica, tem duas coisas bem interessantes. Uma é museu do tesouro – uma portinha, lá tem a lista dos papas e os ornamentos que eles usam e utilizam. A outra coisa é, chegando mais perto do altar – mesmo que não dê para chegar até lá porque é fechado ao público, podes caminhar em volta do gradil. Quando chegares quase no meio da Basílica, vai parecer que está tudo fechado, mas uma escada dá acesso à tumba dos papas – entre elas, está São Pedro. Supostamente é fechado e só aceita visitas pré agendadas com umas 3 semanas de antecedência, mas nós entramos sem problemas.

No sábado tem feira na Piazza dei Fiori, é a Campo di Fiori – Campo das Flores. Uma feira muito bonita que vale visitar. Eles vendem de tudo lá, desde temperos até vinhos. Ótimo lugar para compras, eles tem trufas negras que são incríveis de tão boas, azeites, bebidas, frutas, legumes e claro, flores.

Esta praça fica ao lado da Piazza Navona, onde estão os monumentos feitos por Bernini. Um deles é a Fontana dei Quattro Fiumi (Fonte dos Quatro Rios). Muito bonita! O cavalo é incrível. À noite é espetacular. A embaixada do Brasil é nesta praça e tem uma excelente opção de Gelato – a Grom. O de chocolate é um romance!

No domingo, fizemos vários passeios: Duomo Romani, uma antiga casa onde eles fizeram um trabalho de projeção mapeada que ficou muito bacana. É uma visita guiada, com efeitos audiovisuais bem interessantes. Este tem que marcar com antecedência para conseguir o tour na língua que preferirem.

Fizemos também o Pantheon, Igreja di Gezi (de Jesus), Piazza Espanha e Fontana di Trevi. Tudo lindo, mas não precisa de muito tempo, dá para passar e ver tudo numa tarde.

Para jantar, neste dia fomos à melhor pizzaria de Roma (ou uma das), trata-se da Pizzeria Dar Poeta. Ela fica no bairro Trastevere – bairro que merece um passeio. É como se fosse uma Lapa de Roma, só que mais bonita. As ruelas são como nos filmes (claro, tudo é, mas essa é mais). Roupas penduradas nas janelas, ruas que passam somente pedestres, clima muito bacana. Tens que chegar cedo, lá pelas 20h, porque o restaurante não é muito grande. A pizza de chocolate para sobremesa é vencedora.

Outro restaurante incrível é o La Campana, próximo da Piazza Navona também. Eles são conhecidos pela alcachofra frita – parece estranho, mas é maravilhoso. Restaurante bem italiano, não tem muitos turistas.

Uma opção mais “chiq”, pode ser o Ristorante Giuda Ballerino. Muito bom, o chef é maravilhoso. Foi onde a Dilma jantou na última visita a Roma e está no Guia Michelin. Eles trazem muitas surpresinhas na mesa, então pedir o primi piati e uma sobremesa é de bom tamanho. O prato que mais faz sucesso é de Foie Gras.

Visitas imperdíveis: Coliseo e Galeria Borghese. A galeria tem umas seis estátuas de Bernini, todas elas são impressionantes! A Daphne e Apollo foi a que mais me encantou, mas todas são incríveis. Lá também tem uma coleção impressionante de Caravaggio. A visita tem que ser agendada e deve durar no máximo 2 horas – vale a pena concentrar nas peças acima.

Um passeio que não fiz, mas me disseram que é incrível é a visita à Terme di Caracalla, esta impressionantemente não precisa de entrada antecipada. Trata-se de um local de banho da antiguidade. Ruinas de banhos e saunas, com ladrilhos e mosaicos da época. É no caminho para o Coliseu. Fiquei chateada de não poder visitar, está na minha lista como número 1 na próxima ida.

Dicas gerais:
Tudo que se compra dentro dos museus (salvo lápis), pode-se encontrar na rua mais barato;
Na grande maioria, todos os vinhos tintos de Montepulciano são excelentes;
Faça um Visa Travel Card;
Entradas antecipadas, para retirada na hora;
Vale levar para ler antes, um guia Michelin (ou outro, nós levamos também o Eyewitness Travel, top 10);
Vale a pena, pegar nos museus e pontos turísticos o audio guide. Eles fazem um tour pelo espaço explicando as peças e obras de arte;
Se você não precisarem de nada que está dentro da bolsa, é bom deixa-la nos armários que eles dispõe, assim dá para fazer a visita mais tranquila, sem o peso;

Próximo encontro, Veneza!





março 20, 2013

Na contramão do Super-Homem


Quem desconhece o medo de voar, provavelmente não entenderá do que estou falando. As mãos suam, coração bate forte, borboletas na barriga. Sensações que seriam lindas, se eu estivesse me apaixonando e não embarcando na ponte aérea.

O nervosismo já começa na sala de embarque. O céu está nublado...ai Deus, será uma subida turbulenta. Todos que estão a minha volta, demonstram uma tranquilidade invejável. Será que sou só eu que fico assim?

O voo é chamado e finjo um desinteresse incrível, entro sempre por último. Minha estratégia é ficar menos tempo possível dentro do avião. Munida de revistas, livros e jogos, entro sempre com o pé direito e fazendo sinal da cruz. Isto sempre causa uma risadinha dos comissários de bordo, que nos recepcionam na porta. Sento.

Agora, o que exatamente significa, quando o comandante diz: “Por favor, precisamos que 07 passageiros, sentados ao fundo da aeronave, mudem seus lugares para os assentos do meio para que possamos nivelar a aeronave”? Oi?? Ela supostamente não deveria fazer isto sozinha? E se um passageiro pesa mais do que o outro, como fica? Alguém está contabilizando quilos?

Não me lembro de ter me pesado antes do embarque. Fiz o check-in pela internet e não tinha opção de marcar quanto eu peso – não que eu fosse compartilhar esta informação sigilosa assim. Genti, eu menti o peso da minha bagagem de mão, e agora?? Será que essa diferença vai fazer o avião cair? Talvez eu devesse colocar minha bagagem lá na frente e sentar no meio.

Uma vez, um amigo piloto me disse que, na escola de aviação eles aprendem que a ação dos fatores externos (que cumulam para uma tragédia aérea), são como os furos de um queijo suíço. “Julia, relaxa! A não ser que todos os furos estejam alinhados, é praticamente impossível algo de ruim acontecer”. Ah que ótimo, não entendo nada de queijos. Mas, se até os planetas se alinham de tempos em tempos, quem me garante que hoje não é o dia em que os furos resolveram entrar em formação?!

março 04, 2013

Aquele dia em que nos damos conta, que estamos ficando velhos.


A destreza com eletrônicos é uma marca de quem nasceu nos anos 80. Vimos a internet nascer, os computadores diminuírem, os celulares aparecerem (e diminuírem). Na era do @, já estávamos completamente aclimados com a tecnologia. Do ICQ, ao Messenger ao chat do Facebook.

O mesmo com aparelhos eletrônicos surge o DVD, Blueray, a televisão com USB e HDMI. Do Tijorola, ao iPhone, passando pelo Motorola V3, Samsung Slin e tantos outros. A evolução tecnológica acontece sob nossos olhares curiosos. Cada vez que vem ao mercado uma nova versão, bastava colocarmos a mão nele e sabíamos operá-los como se tivéssemos nascido com o manual de instruções armazenado no cérebro.

Lembro de receber ligações de mamãe, perguntando como mudar a entrada da televisão e ligar o DVD. Passo a passo, guiava-a pelas instruções que já sabia de cor. O mesmo acontecia com programas de computador. “Como faço para animar apresentação no power point?”. Me pegava pensando, como é que pode ela não ter decorado isso ainda? Como sempre está perdida? É tão fácil, praticamente autoexplicativo.

Pois bem. Eis que, 31 anos depois, estou sentada na sala assistindo à TV em companhia de uma amiga nos seus 20 anos. A televisão começou a fazer algo fora de sua rotina, passei a mão no controle e numa tentativa frustrada, vi minha amiga resolver o problema com dois cliques apenas. Ainda fui agraciada com aquele sorriso irônico, que me dizia que ela estava pensando o mesmo que tantas vezes pensei “como pode ela não saber resolver isto?”.

Pronto, foi exatamente no dia 16/02/13, que vi que não estou mais no grupo dos descolados. Agora entendo que, quando nos damos conta, as coisas simplesmente não fazem mais o sentido que faziam antes e não são assim, tão fáceis. A intimidade que tínhamos com os aparelhos não mais nos pertence.

Admito que não gosto muito dessa situação, o que acontecerá agora? Daqui a pouco, vou precisar de ajuda para acertar o relógio do micro-ondas. Af.

janeiro 04, 2013

Vento forte, maré mansa


Em dezembro de 2012, fui convidada para ser madrinha de um casal incrível. Uma amiga de longa data, a quem amo como irmã e seu amado.

Ser madrinha realmente é uma alegria incomparável. Compartilhar um momento tão especial, de perto é extremamente emocionante.

Assim como eu, minha mãe, participou de uma forma incomparavelmente linda. Ela, através do texto abaixo, celebrou a união dos dois. Em uma noite linda e abençoada, fomos todos envolvidos no mundo dos casados. 

Independentemente do momento de vida, seja casado, solteiro, separado, juntado, misturado, os dizeres abaixo são de grande valia a qualquer pessoa que queira dividir sua vida com outras.

" Eduardo e Simone,

Me senti muito, muito honrada pelo convite de vocês. Há noites que não durmo direito...

O que dizer a vocês? Como retribuir esta confiança?

A Simone, ou melhor, a Simi, a quem conheço desde adolescente, é uma pessoa rara.

Verdadeira, valente. Saiu pela vida, sempre coerente com ela mesma.

Sempre amiga. De todas as horas. Uma daquelas amigas que dão dicas quentes – raras. Talvez encontremos uma ou duas ao longo de toda a vida.

E ela te encontrou Duda. Uma pessoa risonha, feliz, que lida com o stress sem perder o foco... só podia ser uma pessoa muito especial. Fi-nal-men-te, Simone! Valeu os ensaios, a espera, a procura! Merecem! Fizeram por onde!

Pois hoje vim aqui, desejar que acreditem no seu amor, na sua vida, na sua proposta. Acreditem no amor! Pois ele permitirá que tenham uma vida completa.

Respeitem o silêncio, quando ele for necessário. A preocupação do outro é irrelevante? Jamais. É inerente a cada um. A cada qual.

Não quero que me vejas tão frágil? Não veja. São momentos que todos nós temos.

Momentos de lidar com as próprias fraquezas. Que podem ser, por exemplo, o que faço para o jantar para aquelas pessoas importantes? Ou como lidar com aquele cliente/ paciente que me assusta, me intimida e não me respeita? Ou como lidar com o insucesso daquele projeto tão importante?

Talvez o melhor neste momento seja calar.

Não perguntar.

Ou talvez, quem sabe, o contrário – perguntar.

Só o amor poderá fazer a sintonia fina e guiar o que melhor fazer.

Ao cuidar um do outro, o façam como parceiros, não como mãe ou como pai. Se respeitem como pessoas. Parceiros. Colegas de mar, de prancha, de sol.

Ou de varanda, de rede, de sofá... de silencio. Ou até mesmo de ausências transitórias.

Hoje um está melhor do que o outro? Tem mais recursos? Continuem dividindo, sem trapassas. Compartilhem!

Que tratem um ao outro com ternura. Sentimento essencial!
  
Acordou, em um momento difícil, ou complexo, com os pés inchados?

Que o outro ache, com carinho, os chinelos e te ajude a calçar.

Ou só os deixe a mão. Depende.

Só o amor pode guiar o melhor a fazer. Ou se fizer errado, que aquele de pé inchado, se não entender na hora, entenda noutro momento.

Talvez o outro estaja também precisando de chinelos.

Quando vierem os filhos, cada um entenda o amor do outro por eles.

Jamais interfiram, jamais se interponham.

Permitam, facilitem, ajudem.

Compreendam as limitações do outro. A paciência. Ou a impaciencia.

Que nenhum de vocês, jamais precise usar de subterfúgios para ser mais amado por eles do que o outro.

Que o amor entre vocês e para com os seus filhos, lhes baste.

Reconheçam e combatam a competição – cupim da relação.

Só o amor, em toda a sua extensão, pode permitir isto.

Amor? O que é isto? Difícil de definir porque se sente, apenas. APENAS? Não. É tudo!

É sair de si. Dar.

Só pessoas coerentes, valentes e verdadeiramente amigas entendem isto.

E quando pensarem: Quer saber? Na real? Que saco!

Peguem as pranchas, descarreguem a energia e se reencontrem.
  
Que sejam vencedores. Que sigam sendo as pessoas felizes que são.

E porque nós todos aqui fomos escolhidos, dentre tantos, para partilhar este momento, vamos juntos dizer TODOS!

Nós.... os declaramos.... marido e mulher".

novembro 01, 2012

Quem sabe um dia até talvez


Chegará o dia em que lembrarei de você com um sorriso nos lábios e sem lagrimas nos olhos. Talvez lagrimas de felicidade. Quem sabe?

Chegará o dia em que serei, metade da mulher que você foi na sua curta passagem por aqui.
Chegará o dia em que poderei dizer, que nada foi em vão. Que você veio, para nos ensinar o que era o amor incondicional. Que não importa a quantidade de vezes que te derrubaram, você sempre encontrou o caminho de volta ao topo.

Chegará o dia em que, não mais odiarei aqueles que te fizeram mal. Aqueles que te fizeram chorar, sofrer. E sim, lembrarei deles pelas vezes que te fizeram sorrir. Chegará o dia em que saberei, que soberanamente você venceu todas as adversidades da vida e que o fez com a maestria dos mais experientes.

Quem sabe um dia, poderei perdoar aquilo que levou você daqui. Que encurtou nossos encontros e que me privou de uma pessoa iluminada.

Quem sabe um dia, saberei o que você sentiu quando a vida começou a fazer sentido. Quem sabe um dia, poderei dimensionar tudo o que você sofreu.

Quem sabe um dia, conseguirei aprender com suas conquistas. Quem sabe, conseguirei me tornar uma pessoa melhor, por ter dividido com você, minha inocência. Talvez, um dia entenda realmente, o porque você se foi.

Quem sabe, um dia talvez, consiga viver o que você viveu, amar como você amou, esquecer como você esqueceu e libertar-me como você se libertou.
Até lá, gostaria de pensar que estarás sempre comigo, guiando meu caminho e brilhando sempre que eu estiver na escuridão.

Espero um dia, poder te dizer de novo, que te amo. Que te admiro. Que a vida aqui não é a mesma sem você. A vida seguia tranquila, enquanto sabia que você estava por perto. Quem sabe um dia, o universo fará sentido novamente. Quem sabe um dia, entenderei verdadeiramente, porque a sua trajetória acabou. Espero que, de onde estejas, sintas e saibas o que sinto por você. Quem sabe um dia, te encontro novamente e poderemos terminar a história que mudou a minha vida e que repentinamente se acabou.