outubro 14, 2010

Mais Curves, menos medidas

Que eu sou apaixonada pela minha academia, todo mundo já sabe. Mas, ela me surpreendeu mais uma vez. E não digo isso porque adoro a Curves, mas porque realmente estou impressionada com o universo Curves.

Recebemos por e-mail todos os meses a programação do mês subseqüente. Neste mês estamos na operação verão. Sabem como começou a minha? Com uma ligação, uma não duas ligações, para saber por que eu não aparecia há 9 dias. Aff...desde quando academias fazem isso? Uma vez, fiz um plano anual (em outra academia), fui uma semana e nunca mais apareci...até hoje meu telefone é o mesmo e ninguém me ligou.

Enfim, voltando à operação verão. Trata-se de um site voltado as alunas da rede Curves, não só da unidade onde eu faço. Neste site é possível encontrar artigos de beleza, dicas e tendências da moda, dicas para gestantes e mamães, saúde, bem estar...enfim, dá para entender, né?! Mas além disto, tem o Diário de Calorias.

Parece horroroso, mas não é. Muito antes pelo contrário. A minha maior frustração com todos os planos de emagrecimento do mundo sempre foram que, na hora H eu não sabia quantas calorias tinham o que ou o que era bom ou ruim de misturar.

No meu novo diário, registrei durante dois dias meus hábitos normais de alimentação (que descobri não serem dos piores), e comecei a perceber onde estavam os problemas. Faz dois dias que me mantenho abaixo das calorias aceitas e não tenho a mínima fome. Milagre.

Claro, tem as descobertas ruins...tipo, uma garrafa de vinho são praticamente 1000 calorias. Numa dieta diária de 1600 calorias, tive que calcular bem como encaixá-la. No sábado pretendo dormir direto até às 21:00, comer uma torrada e tomar meu vinho. Quem disse que não dá?!

Brincadeiras a parte, é engraçado vermos que ainda existem formas de surpreendermos nossos clientes com ferramentas e soluções simples. Esta formula pode ser aplicada à uma serie de segmentos, por exemplo lojas. Porque não?

Personal stylist no site da sua loja favorita. Totalmente possível basta uma visita à loja para registrar medidas e etc. Depois é só alimentar o sistema com as roupas compradas nos últimos meses (pelo código de barras p.e.), e sugerir novas peças, montar looks, misturar tecidos, padrões e cores para pessoas como eu, que ainda acham que o cinto deve combinar com o sapato.

Enfim, a criatividade e atenção ao cliente é o que difere as empresas no mundo de hoje...ainda.

outubro 05, 2010

Dá para esperar a bagagem chegar, hein?!

Cá estou eu sentada no aeroporto do Rio, recém chegada na cidade maravilhosa para aparecer de surpresa no aniversário de 60 anos do meu pai. Sim, como presente resolvi dar-lhe um ataque cardíaco.

Enfim, sentada dentro do avião após o pouso, comecei a refletir sobre uma coisa que sempre me incomoda, e muito. Hoje em dia o discurso mais usado como desculpa para a falta de contato humano, de atenção e às vezes da simples educação é: a correria do cotidiano (que supostamente é imposta pelo próprio cotidiano).

Eu, já acho que o pessoal adora reclamar e causa situações onde o possa fazer de forma sustentada. Por exemplo, se a vida já está mega corrida, se as pessoas não tem tempo nem de pensar: por que diabos então, são incapazes de esperar o avião PARAR para levantar, pegar a bagagem de mão e ficar em pé esperando até que as porta de abram?

Alguém? Alguém tem uma teoria? Por que eu penso que esperar a aeronave parar, esperar SENTADA enquanto as pessoas abrem as portas e depois me levantar, como o soneca do celular...5 minutos preciosos para não fazer nada.

Vejam bem, hoje por exemplo, a escada de desembarque demorou para chegar até o avião então os 5 minutos normais viraram 10. Imaginem se as pessoas não estariam enlouquecidas já, culpando a companhia aérea.

Esperar em pé sempre faz o tempo passar de minutos a anos. É como a teoria do banheiro aquela, 5 minutos podem ou não ser excruciantes, tudo depende de que lado da porta você está.

Ai, chega na esteira para buscar a mala, adivinha? Parece um galinheiro, todo mundo empoleirado, de maneira que VER a sua mala já é um desafio. Pergunto-me novamente, o que custa para o cidadão que em tese só quer acalmar a vida, ficar fora das linhas amarelas que estão no chão? Assim, não só se enxerga a bagagem como também não é preciso sair no tapa para buscá-la.

Se as pessoas querem calma então tem de aprender a esperar...não, não é simples. Para mim então (quem conhece sabe)...mas, tento exercitar minha paciência. Fico sentada dentro do avião até que ele abra as portas, falo em voz alta: para que correr? – quando alguém corta a minha frente na fila de saída. Resmungo para pegar as bagagens: Ah...mas para que esta aglomeração?

Dado, pode até ser que um dia alguém perca a paciência comigo e eu acaba em maus lençóis, mas pelo menos exercito meu auto-controle.

E você, enxerga a linha amarela?